SOBRE

ENTREVISTA / Inspirando e sendo inspirado.

Conte-nos um pouco sobre você. Onde cresceu Como começou sua carreira?
Nasci na cidade de Valinhos, São Paulo. Comecei meus estudos tocando bateria aos 15 anos. Sempre gostei de tocar diversos estilos musicais, do Progressivo ao Jazz, do Minimalista ao Haevy Metal.

Quais foram as bandas que te inspiraram?
Minha banda favorita é o Tool, eles são incríveis. Os internacionais são Dream Theater, Snarky Puppy, John Buttler Trio, Dave Mattews Band. Os nacionais são Hamilton de Holanda, Paralamas do Sucesso e Sepultura.

 

Quando você conheceu o Handpan / Pantam?
Em 2007, eu estava procurando vídeos de instrumento de percussão no youtube, quando achei um músico de rua tocando o instrumento em Amsterdam,Aquilo realmente foi amor a primeira vista! Um som limpo, puro, que ficava ecoando na minha mente de um forma muito suave

 

 

 

Já que você começou na bateria, como foi a transição para o Handpan / Pantam?
Eu queria poder me expressar mais melodicamente.
Peguei tudo que aprendi nesses anos de estudo na bateria e traduzi para o novo instrumento.



Phelipe, como foi convidar o baterista Edson Alves pra o projeto banda?
Edson é um dos melhores músicos com quem eu já toquei. Ele é meu professor desde o começo!
São mais de 15 anos de amizade.Musicalmente é simples olhar nos olhos e já saber o que vai acontecer, ele sempre traz uma visão nova para as músicas, querendo sempre deixar tudo muito musical e harmônico ao mesmo tempo.

Edson Alves, como foi o processo de criação do novo álbum?
Durante toda minha carreira, eu sempre toquei diversos estilos musicais, sempre inovando e criando ritmos com um novo olhar.A mistura de técnicas modernas de pedal duplo, com elementos latinos, claves, cascara e ritmos Brasileiros bem complexos dão um novo sabor combinados, atualmente, especialmente com esse novo instrumento melódico.

 

Bruno Piapara, como foi criar as partes do baixo?
Foi simplesmente demais! Nós tivemos um bom tempo estudando e praticando elementos distintos. O Phelipe sempre me deu total liberdade e espaço de colar minhas ideias e sentimentos nas novas composições.Eu sempre quero ser responsável por desafiar o jeito que o baixo é tocado atualmente, ainda mais com novos instrumentos.

Como foi o processo de gravação?
ThO álbum tem uma grande influência de diversos tipos musicais, da Bossa Novas ao Rock Roll, do Reggae ao Drum 'n Bass.Eu sempre quis colocar o Hang dentro do cenário "banda", introduzir o instrumento no Samba, Pop e Fusion e outros estilos no cenário "Global Music", com uma pitada brasileira.Foram 3 meses de gravações no Blue em Valinhos e uma semana no Nacena, em São Paulo.Depois ficamos 1 mês mixando e masterizando o "PARADIGM SHIFT" CD, pra que tudo ficasse exatamente como queríamos!

Como foi o processo de composição no instrumento pantam/Handpan?
Tive que estudar muito! Começei a enxergar o Hang de uma maneira bem melódica, como um piano que tem suas notas, oitavas, e seus acordes.Em várias músicas tive que desenvolver a habilidade de ser ambidestro, pois algumas vezes começo uma frase musical com a mão direta e algumas com a mão esquerda. Agora você imagina o nó que dá na cabeça pra fazer tudo isso, especialmente se você tiver em 7/8 ou em algum samba com mais de 10 acordes? Tudo num instrumento super novo e raro?

Quais são seus planos pra 2020?
Levar minha música para os 4 cantos do mundo!Estamos com alguns shows marcados pra Europa e Ásia no próximo ano.
Espero que você possa sentir e ouvir nossa música ao vivo qualquer dia!

VIDEOS / Diário de Gravação

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